Apesar de estar de folga e poder praticar meu esporte favorito (dormir), acordei cedo para assistir ao casamento real.

Podem jogar tomates!

Há trinta anos atrás, minha avó me fez assistir ao casamento da princesa Diana pela TV. Ela excitadíssima pela transmissão inédita. Eu nem tanto, assisti mais para fazer-lhe companhia. E, confesso que até gostei.

Hoje ela não está mais aqui, mas como eu estou trinta anos mais velha, mais sensível, mais romântica, mais manteiga derretida, resolvi prestar-lhe uma homenagem acompanhando o novo casamento real.

O vestido da noiva estava simples. Talvez simples demais. Não precisava descambar para a peruagem, mas podia ser um pouquinho mais…. glamuroso.

A rainha podia ter escolhido outra cor que não fosse amarelo gema de ovo para seu vestido. Mas como sempre estava sóbria e elegante vestida de rainha.

O pai do noivo continua com cara de OB. A madrasta continua medonha, oh, coitada! Dizem que não existe mulher feia, existe mulher pobre. Mas nem a riqueza deu jeito nela. Só nascendo de novo!

O príncipe é bonito, tímido e tem o olhar da mãe. A nova princesa também é bonita. Ambos são discretos, talvez por isso estejam juntos.

Chamou minha atenção os chapéus cheios de galhos que a mulherada estava usando. Que nova e estranha moda será essa? Estilo renas do Papai Noel? Ainda bem que eu não uso chapéu.

Espero sinceramente que o casamento do filho seja mais duradouro e mais feliz do que o da mãe.

Graças à princesa, hoje existe uma geração de Daianas, Daianes, Dayannys, Leididaianas, Rayannes, e todos os etecéteras que a imaginação caléga consegue alcançar.

A partir de hoje terá início a uma geração de Katys, Keiths, Keitys, e etc. e tals.

Saudades de Londres… Queria estar lá. Deve estar bombando.