Esse deveria ser o título da atual novela das nove: Insenchato Coração.

Quando acabou a Terra Nostra 5.0 ou Passione, como queiram, fiquei feliz em saber que a próxima novela seria do Gilberto Braga.

Além de livrar meus ouvidos daquele irritante dialeto portuliano que os personagens falavam (e olha que eu nem assisti, só ouvia nas chamadas), eu gosto das novelas do Gilberto Braga.

Mas essa está sendo uma grande decepção! Será que o Gilberto perdeu a mão?

A trama me parece um monótono dejà vu, cheia de lugares comuns.

Deborah Evelyn no papel de perua fresca e metida já cansou! Dá a impressão que eu estou vendo outra novela que já acabou. Suas falas além de inconsistente são absurdas!

Começando pelo bairro carioca onde ela mora e vive repetindo que é lugar de pobre.

Zona Sul do Rio, perto da Lagoa Rodrigo de Freitas e do Jardim Botânico. Lugar de pobre aonde, minha filha?

Natalia do Vale como perua reprimida e insegura também já deu o que tinha que dar.

Eriberto Leão e Paola Oliveira parecem mais perdidos do que cego em tiroteio como o par romântico que nunca se encontra.

Glória Pires ainda não disse a que veio. Por enquanto sofre mais do que heroína de novela mexicana.

Nada a ver também a abertura da novela, com aquele sambinha cantado pela filha da Elis Regina. Será que foi exigência de algum patrocinador para liberar a grana? Tipo: “Tudo bem, eu patrocino, mas a música de abertura tem que ser a da Maria Rita”.

Até o Antonio Fagundes está meio desconfortável.

A novelinha está tão ruim que nem eu estou conseguindo assistir todo dia, e olha que eu sou persistente!

Esperemos cenas dos próximos capítulos. Se eu tiver estômago.